Projeto Jardim de Narrativas
(Soluções divertidas para problemas sérios)

Palavras remetem a idéias e emoções. Palavras remetem a imagens e provocações. Usamos aqui a palavra "JARDIM" como um convite. Um convite ao leitor para que se remeta mentalmente aos jardins que se permita lembrar. Aos jardins que frequentou em criança ou em adolescente ou em adulto. Ao jardim da Infancia. Aos jardins secretos. Aos jardins de bons momentos e aos jardins da saudade tambem. A natureza, na imagem de um jardim, oferece uma metáfora muito útil ao entendimento do papel do trabalho psicológico como coadjuvante no desenvolvimento humano, seja individual, familiar, corporativo ou comunitário.

Para um jardim crescer e dar frutos é preciso primeiro conhecer o terreno, saber suas características, necessidades e potencialidades. Em seguida, trabalhar o solo de forma singular, preparando-o para o plantio. Depois plantar as sementes, regar, adubar, livrar das pragas, capinar e podar de tempos em tempos.  

Para se manterem saudáveis e belos, jardins precisam constantemente de atenção e cuidado. O mesmo se dá com pessoas, famílias, organizações e comunidades. Psicólogos como jardineiros seja trabalhando em psicoterapia, consultoria ou coaching, funcionam em etapas bastante semelhantes. Conhecendo o terreno/cliente, seja individual, familiar, corporativo ou comunitário. Levantando as habilidades e potencialidades destes terrenos. Analisando e conhecendo as sementes que são valiosas para cada solo. Aprendendo e desenvolvendo os cuidados, cortes e acolhimentos necessários, para em seu devido tempo, com paciência e humildade, apreciar as diferentes flores que brotam cada qual com seu tamanho, sua cor e seu odor especial, característico e singular.

Preparar o terreno requer vontade. Adubá-lo requer amor e identificação. Plantar a semente requer trabalho e flexibilidade. Regar requer paciência e respeito. Livrar de pragas requer honestidade. Podar e capinar requer compromisso. O resultado, segundo a lei da colheita, é o florescimento das plantas e o desabrochar das flores e frutos, que acontecerão no tempo, no tamanho e na forma, segundo o potencial de cada semente.  


A abordagem narrativa, com sua característica colaborativa, respeitosa e desculpabilizante, apoiada na ética e na transparência, oferece ferramentas adequadas e úteis ao desenvolvimento da plena potencialidade individual, familiar, corporativa e comunitária.  

Articulando as idéias acima, um grupo de profissionais que já oferecem atendimento terapêutico, com abordagem narrativa, para crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias, vem dedicando parte do seu tempo, para além de suas clínicas pessoais, na preparação do terreno do Jardim de Narrativas. Neste terreno que hoje preparamos com estudos, reflexões compartilhadas e atendimentos clínicos intervisionados, estão sendo organizadas e desenvolvidas as sementes que, uma vez plantadas e em seu devido tempo, florescerão em grupos de estudo e intervisão em terapia narrativa, atendimentos terapêuticos, formação de jardineiros multiplicadores e re-modelagem corporativa e comunitária. 


Jardineiros fiéis: Luiza Arcoverde, Mônica Guimarães, Nathália Gadelha, Paula Jardim, Regina Jardim, Roberta Magacho e Patricia Magacho.  

Contato: jardimdenarrativas@hotmail.com

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