por Adriana Müller

Uma metodologia com ‘ginga’ bem brasileira. Tendo como base o instrumento musical, ajuda a pessoa a construir uma narrativa de sua própria vida em termos de música, melodia, palco, platéia, vibração sonora e ressonância.

No momento de compartilhar com os demais as histórias despertadas pelo instrumento, o grupo pode verificar as habilidades presentes na ‘orquestra da vida’ que eles formam, além de perceber as dificuldades existentes para que um grupo consiga tocar em sintonia. As responsabilidades individuais e coletivas são destacadas, não no sentido pejorativo de ‘ser responsabilizado’, mas no sentido de ‘ser respons-hábil’: a habilidade individual e coletiva de responder aos desafios que a vida impõe.

A metodologia dos Ritmos da Vida também possibilita trabalhar com a transformação do sintoma (o problema a ser enfrentando) em sintonia (o reconectar-se com o que é importante na vida) e, finalmente, ser capaz de compor uma sinfonia (a integração do individual com o coletivo). Desta forma, o grupo tem a possibilidade de produzir sua própria música: uma forma harmônica de compartilhar tudo aquilo que foi resgatado, reconhecido e valorizado.

Que as músicas dos Ritmos da Vida possam embalar a vida de muitos e colocar em sintonia tudo aquilo que ainda está destoante.

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